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Segunda-feira, 15 de Junho de 2026
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“A briga entre o governador e Dimas vai ser uma guerra, vai sobrar espaço para colocar Paulo Mourão no segundo turno”, Diz Célio Moura

Deputado revela que 41% dos tocantinenses dizem que votarão no candidato a governador a que Lula pedir voto.

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
“A briga entre o governador e Dimas vai ser uma guerra, vai sobrar espaço para colocar Paulo Mourão no segundo turno”, Diz Célio Moura
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Em entrevista dada ao Jornal Opção, publicada no dia 20 de março, o deputado federal Célio Moura, do Partido dos Trabalhadores do Tocantins, falou que acredita que a disputa de Wanderlei Barbosa (republicanos) e Ronaldo Dimas (PL) pode abrir mais espaço para a eleição de Paulo Mourão, PT Tocantins.
 
Também revela que cerca de 41% dos Tocantinenses votarão no candidato que Lula aconselhar, e dessa forma o Partido dos Trabalhadores vai ganhando mais espaços e representatividade para seus eleitores.
 
O deputado federal Célio Moura (PT) acredita que a polarização entre o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) e o ex-prefeito de Araguaína Ronaldo Dimas (PL), numa disputa que chama de fratricida, pode beneficiar a candidatura de Paulo Mourão (PT) que tem expectativa de chegar ao segundo turno. 

“A briga entre o governador e o ex-prefeito de Araguaína vai ser uma guerra, acho que vai sobrar espaço para a gente colocar Paulo Mourão no segundo turno e ganhar as eleições”, avalia.

O deputado comenta que o governador Wanderlei Barbosa conta com apoio de 21 a 22 deputados estaduais, quase a totalidade da Assembleia Legislativa, mas observa que tanto apoio está provocando uma implosão interna. 

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“Em relação à senadora Kátia Abreu (PP), existe uma revolta dentro da Assembleia, pois não a querem como candidata ao Senado na chapa de Wanderlei”, revela.

O petista tambem apontou que o governador e Dimas são da mesma origem política, o siqueirismo, o que significa dizer que qualquer um dos dois que vencer as eleições nada vai mudar, em função dos conchavos que falam mais alto.

Célio Moura avalia a renúncia de Carlesse e a posse de Wanderlei com um processo de pacificação das forças tradicionais que comandam o Estado desde que ele foi criado. 

“O que aconteceu foi uma pacificação, ou seja, retirou-se o governador afastado e tomou posse o vice, para acalmar. Eu acredito que o relatório que vai vir da Polícia Federal possa chamuscar muitas forças políticas. Porque o Carlesse não desviou sozinho esse dinheiro todo que está sendo denunciado”,  afirmou o parlamentar.

Na entrevista, o deputado prevê que a campanha começa de verdade a partir do encerramento da janela partidária. Aponta que no Tocantins a maioria dos líderes é conservadora, mas os eleitores, não; garante que a federação é uma realidade e que o relatório da Polícia Federal pode comprometer mais lideranças políticas do Estado com proximidade de Carlesse.

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