Pelo título do noticiário local você começa a sentir orgulho do início da gestão de Wagner Rodrigues. Até que enfim o poder público municipal milagrosamente conseguiu enxergar o infeliz do morador de rua.
Um quiosque instalado na praça para a higienização do morador de rua, kit higienização, máscaras, roupas novas e até um levantamento do histórico do Cidadão, isso é louvável. Mas precisamos aprofundar na informação, é a mais uma edição de um projeto social no calendário município.
Precisamos mais que isso. Eles precisam mais que isso. É necessário que seja garantido um mínimo de dignidade humana, estão em estado de vulnerabilidade é obrigação da gestão pública através da sua assistência social que seja garantido aos moradores de rua o que é deles por direito assegurados pelo art 1° da Constituição Federal.
Muitos desses moradores de rua tem problemas com vício do alcoolismo e são dependentes químicos e precisam serem encaminhados para tratamentos destinados a dependentes químicos. Outros fatores fundamentais são; a necessidade de um teto para morar e alimentação diária.
Faz-se necessário que o poder público municipal tenham um local para abrigar aqueles que estão em situação de abandono, que garanta uma alimentação diária, assistência médica e psicológica.
Todas essas ações devem serem contínuas e não alguns dias no mês, no ano ou por que vivemos um pandemia causada pelo Covid19. Mas para isso, o serviço social do município precisa funcionar de fato e não ser uma estrutura criada apenas para ser utilizada como cabide de emprego para parentes de políticos, cabos eleitos e apadrinhados político.
Existem recursos e verbas que são destinados para ser aplicado nesta área e não invertido em ações sociais seletivas para eleger aspirantes a donos de um futuro mandato político.

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