Mais um caso absurdo de crime eleitoral pode estar acontecendo no Tocantins. A nossa reportagem foi procurada por uma fonte de extrema confiança, que detalhou um esquema para interferir no resultado do segundo turno das eleições no Tocantins.
De acordo com a fonte que participou de uma reunião com o vereador do município de Lagoa da Confusão, conhecido popularmente com Di, e com a presença do ex-vereador Lino Gel, da ex-vereadora Raiza, e com um advogado Associação dos produtores de soja de Lagoa da Confusão.
Ficou acordado na reunião que emissários irão lá pras aldeias levar uma mala de dinheiro pra garantir que os indígenas não compareça as urnas para votarem. Ficou também definido que um dos emissários para levar o dinheiro nas aldeias é o ex-vereador vereador Gel Lino.
Nesta mesma reunião foi afirmado que o grupo arrecadaram dos produtores da região um valor superior há quinhentos mil reais em espécie.
A proposta é a seguinte pagar os indígenas, pega o título e demais documento e só devolver quando acabar a votação.
"É pra esvaziar. Não vamos conseguir mudar o voto dos índios mais fracos de condições, então é garantir que eles não vão votarem", teria dito um dos organizadores do plano criminoso, presente na reunião.
A reunião teria acontecido na última semana, e os responsáveis por irem até as aldeias na tentativa de comprar os indígenas já teriam começado as ações no último fim de semana em visitas às aldeias, e planejam continuar as ações no decorrer de toda essa semana.
O na integra entrou em contato com a ex-vereadora Raiza, citada como uma das envolvidas no plano. A ex-vereadora negou que tenha envolvimento, no entanto confirmou que esteve em uma aldeia realizando um trabalho social voltado para a saúde do povo indígenas.
A ex-vereador também se apresentou como advogada, foi grosseira com a nossa reportagem, exigiu respeito e desligou a ligação.
Nossa reportagem também procurou o ex-vereador Gel Lino citado como um dos cabeças do plano, mas até o fechamento desta matéria não obteve respostas.
Até o fechamento da reportagem não conseguimos contato com o vereador Di, assim como também não conseguimos contato com o advogado Associação dos produtores de soja de Lagoa da Confusão.
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