Um jovem sem habilitação, dirigindo um carro de luxo, atropela e mata uma mulher na BR-153. Poderia ser apenas mais um caso trágico de imprudência no trânsito, mas a história se repete – e a resposta das autoridades continua sendo um tapa na cara da sociedade.
O motorista, que já teria matado um trabalhador em um atropelamento anterior, agora adiciona mais uma vítima à sua conta. Mesmo assim, o delegado classificou o caso como homicídio simples. E mais: segundo relatos, havia drogas no veículo, e o condutor estaria embriagado. Ainda assim, o tratamento dispensado a ele foi brando.
Por quê? O sobrenome pesa mais do que a vida de um trabalhador? A BMW envolvida pertence a Gustavo Fidalgo, procurador do município de Araguaína. Coincidência? Ou privilégio?
A impunidade segue acelerando nas estradas, atropelando vidas e blindando os responsáveis. Até quando o Estado será conivente com essa farra de irresponsabilidade e sangue?

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