Não há mal que dure para sempre…Caiu como uma bomba em Brasilia e em Palmas, o áudio em que um delegado da polícia federal, propõe claramente a agentes presos durante a operação que afastou o ex-governador Mauro Carlesse, em outubro de 2021, que os mesmos poderiam deixar a condição de investigados, passando a serem apenas testemunhas, na ação penal. O poderoso delegado Mauro Fernando Knewitz, é citado como quem está à frente de tudo, junto a PGR e comandante da operação deflagrada pela decisão do Ministro Mauro Campbell.
Mal a matéria ganhou as páginas da imprensa nacional, O Na Integra recebeu um longo telefonema de Brasília, onde importantes informações podem agravar ainda mais a situação do Delegado Mauro, uma espécie de mito, aclamado por uns, temido por outros e odiado por vários políticos que o acusam de ter se utilizado do cargo na Polícia Federal do Tocantins, para destruir as suas carreiras políticas.
“O que veio à tona é quase nada diante do que esse cidadão psicopata fez ao longo dos últimos anos no Tocantins.” afirmou a fonte ouvida.
“ Não será surpresa se as relações de amizade e intimidade desse delegado Mauro com uma influente política do estado, derrotada no último dia 2/10. Ele agia como um braço político dessa senhora, perseguia as pessoas e se utilizava exatamente da mesma prática denunciada, para atingir os seus alvos políticos", continua a nossa fonte, no Distrito Federal.
“ Esse delegado já foi a CPP oferecer vantagens indevidas a presos investigados, aos quais era oferecida uma mudança na sua situação penal caso o preso aceitasse citar nomes específicos, sugeridos pelo delegado. Ele dizia : entrega o nome do … que a sua vida vai mudar. Assustado, os presos pediam socorro aos advogados, que demonstravam surpresa com a desenvoltura com a qual o delegado se conduzia, acima do bem e do mal", afirmou uma das nossas fontes.
O Na Integra, promete mergulhar nesse universo obscuro onde autoridades abandonam o juramento que fizeram de representar a lei, a ordem e as instituição mais importante no combate à corrupção.
A situação do delegado Mauro Knewitz, não é considerada boa, já que várias pessoas estão perdendo o medo e querem colocar um fim nesse período negro da história do Tocantins, onde uma poderosa política se arvorou de confederações, superintendências, delegados de polícia federal, como se não fosse pouco duas décadas de mandatos eleitorais.
“Nosso objetivo não é vocês. Nosso objetivo é a galera lá. O quê que a gente está pensando? Vocês falarem as coisas, a gente ouve vocês como testemunhas. Esquece a condição de investigado e qualquer tipo de coisa. E aí vocês abrem pra gente toda aquela questão de apresentação dos nomes de delegados”, Trecho do áudio que revela o “modus operandis” dos polícias federais envolvidos nas denúncias.
Veja trechos da gravação:

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