É visível a força da militância petista na sociedade e no processo eleitoral. No entanto, essa mesma militância não tem força e poder de decisão no processo eleitoral quando se trata de municípios de interior.
O mesmo acontece em Araguaína, onde o Partido dos Trabalhadores tem uma forte e engajada militância. A razão da pouca força da militância no momento de eleger os candidatos da sigla é o acomodismo, uma militância que só existe por trás das telas de smartphones.
De nada adianta, defender ideias, os trabalhadores, os menos favorecidos, apenas pro próprio nicho. Mas do que querer, faz-se necessário ter representatividade de fato.
Ser reconhecidos como militantes é o mínimo, essa militância tem que ter organização e pautas para debater com a sociedade ao todo e não apenas no grupo de simpatizantes e apoiadores.
Ausência no Legislativo
O partido dos trabalhadores há muitos anos e de forma vergonhosa tentam eleger um vereador no município e sem nenhum êxito.
É importante salientar que essa militância e o próprio partido dos trabalhadores sempre se ausentaram dos debates que envolvem o interesse público dos araguainenses.
Essa militância nunca esteve protestando ou discordando do que se coloca em votação na Câmara Municipal de vereadores. Assim como nunca usaram sua voz para questionar ou discordar publicamente da gestão municipal.
Frágil, fraca e quase inexistente no decorrer dos anos, a militância parece ressuscitar as vésperas de eleições, ainda assim, atrás das telas e de forma tímida.
Acorda militância petista, discursam menos pro próprio nicho e pro próprio grupo radical e se faça presente no debate diário e não apenas as véspera de uma campanha eleitoral.

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