Em um espetáculo de desdém pelos valores éticos, o ex-secretário de cultura, Alex Parente, exonerado por ameaças de violência doméstica, volta triunfante à cena como gerente municipal de cultura.
A gestão, liderada pelo Prefeito Jesus Evaristo, demonstra seu verdadeiro compromisso: não com a justiça ou a proteção das vítimas, mas com a maquiagem de uma imagem pública manchada.

A exoneração não foi um ato de bravura moral, mas sim uma farsa conveniente para abafar o escândalo e proteger a reputação política. Enquanto a poeira assenta e a memória do público se desvanece, a máscara da virtude do prefeito cai, revelando a podridão por trás da retórica vazia sobre combate à violência doméstica.
Nesse teatro de absurdos, a mensagem é clara: em Nova Olinda do Tocantins, a impunidade e a conveniência política falam mais alto do que a dignidade e a segurança das mulheres.

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