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Sabado, 13 de Junho de 2026
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Sindicato cogita greve dos frentistas de postos de combustíveis no Estado

Os sindicatos de Araguaína e de Palmas já cogitam a paralisação dos frentistas.

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
Sindicato cogita greve dos frentistas de postos de combustíveis no Estado
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O Sindicato dos Frentistas de Araguaína e Região (Sintraposto), de Tocantins, lançou boletim para a categoria que denuncia a intransigência do patronal em negociar com os trabalhadores.

Segundo o presidente do Sintraposto, Neurivan Coelho de Oliveira, a Pauta de reivindicações está pronta desde novembro de 2021. Apesar disso, os empresários fazem jogo duro e sequer dialogam com as duas entidades sindicais do Estado.

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“Eles sempre adiam as negociações e se recusam a se reunir com os trabalhadores. Essa intransigência prejudica a categoria. Sequer fizemos uma primeira reunião”, afirma Neurivan.

Ações 

O presidente do Sintraposto Araguaína conta que, após o vencimento da data-base, em 1º de março, não há permissão para que os frentistas desempenhem suas funções aos domingos e feriados e, por isso, os postos de combustíveis estão sendo notificados para que não operem nestes dias.

“O trabalhador não pode atuar aos domingos e feriados sem que haja cláusula específica na Convenção Coletiva que permita. Caso contrário, pode acarretar em ação judicial”, explica Neurivan.

Uma vergonhosa assembleia feita pelo sindicato patronal em março presidida pelo sindicato o presidente do sindicato Wilber  Silvano de sousa filho decidindo não reajustar salário neste ano após pandemia, assembleia que não reconhece o trabalhador como parte fundamental da empresa.segue em anexo a ata

Com todo o jogo duro dos patrões, o Sintrapostos Araguaína e o Sindicato de Palmas tentaram incluir o Ministério Público do Trabalho para mediar a negociação. O MPT, porém, arquivou o pedido, ao argumento de que falta interesse do patronal em negociar.

 “Somente a unidade dos trabalhadores e a pressão sobre os empresários nos farão avançar nas negociações”, garante Neurivan Coelho de Oliveira.

Greve

Os sindicatos de Araguaína e de Palmas já cogitam a paralisação dos frentistas, a medida se faz necessária mediante a negativa de negociações.

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