Em nota enviada a imprensa o Advogado Paulo Roberto da Silva, desmentiu os ataques e acusações que vem sofrendo do YouTuber, Pastor Nelcivan.
Em um vídeo publicado nas redes sociais o YouTuber acusa o Advogado de pedir que alguém lhe procurasse para que o mesmo denegrisse a imagem de uma outra profissional que também disputa uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins.
Paulo Roberto ressaltou que a liberdade de expressão está assegurada pela Constituição Federal, no entanto as acusações de Nelcivan são desonestas, sem provas e movidas por mágoas, já que no passado o advogado se recusou a defender o YouTuber.
"Ora, se eu não aceitei patrocinar a causa contra o juiz e o promotor que o militar da reserva queria processar, porque iria atrás de seu desserviço para atacar uma colega advogada? Não faz nenhum sentido tal devaneio", escreveu Paulo Roberto.
Nota à imprensa
Em tempos em que tanto se discute a problemática compatibilização entre o direito à honra e o direito à liberdade de expressão, ambos protegidos como direitos fundamentais pela Constituição Federal de 1988, assisti, sem querer acreditar no que via, um verdadeiro ataque contra a minha pessoa desferido pelo influencer digital, Pastor Nelcivan Feitosa.
Em publicação feita em suas redes sociais na tarde dessa segunda-feira, 2, o referido Youtuber - que vem ganhando notoriedade às custas de ataques a pessoas e instituições -, faz uma grave acusação, alegando, sem apresentar nenhuma prova, que eu, supostamente, teria procurado um amigo seu para que o Pastor gravasse um vídeo contra uma colega advogada que também concorre à vaga de desembargador do TJTO pelo critério do Quinto Constitucional.
Ao ver a gravação, inicialmente, preferi não comentar, visto que de tão absurda que a postagem se revela, talvez não merecesse resposta.
Contudo, em nome da transparência, respeito às pessoas, ética e probidade com que sempre guiei minha vida pessoal e profissional, hoje entendi que deveria dar uma resposta não ao agressor, mas à sociedade tocantinense, à advocacia e a todo o nosso sistema de justiça.
Importante observar que a única coisa que a publicação do autor revela é sua mágoa pelo fato de eu, em um passado recente, não ter aceitado seu pedido para oferecer denúncia contra um juiz e um promotor dos quais o militar se tornou desafeto por discordar de suas atuações no bojo de um processo cuja decisão lhe foi desfavorável.
Ora, se eu não aceitei patrocinar a causa contra o juiz e o promotor que o militar da reserva queria processar, porque iria atrás de seu desserviço para atacar uma colega advogada? Não faz nenhum sentido tal devaneio. Sinceramente não.
Como vem sendo pacificado pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, “liberdade de expressão não é liberdade de agressão”, como Nelcivan parece confundir.
Reitero, portanto, meu respeito a todos os candidatos da disputa, especialmente à colega citada na gravação, a quem considero, assim como sua família, amigos pessoais que, inclusive, nunca tivemos o menor desentendimento, muito pelo contrário.
Sei, contudo, que acusações desonestas não terão a mínima condição de me atingir e muito menos atingirão a convicção de suas excelências, os desembargadores do TJTO - a quem Feitosa sorrateiramente tenta intimidar -, para fazerem suas escolhas livres e conscientes.
O meu currículo profissional e história de vida pessoal atestam a meu favor que nunca precisei utilizar de práticas semelhantes às que o “jornalista” fez contra mim para galgar espaço, posições ou vitórias pessoais. Porque sempre acreditei e exerci a honestidade, o respeito, a ética, a boa-fé e a técnica jurídica. Virtudes e valores que levarei comigo no exercício de qualquer missão que a vida me reservar.
PAULO ROBERTO DA SILVA
Advogado

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