Nos último dias vários bares de Araguaína foram fechados pela fiscalização municipal por desrespeitarem as medidas de combate e proteção ao Covid19. Ainda assim, a eficiência da fiscalização municipal é durante criticada pelos araguainenses, seja nas redes sociais ou nas rodas de conversas.
De fato é questionável a atuação dos órgãos de fiscalização ao Covid19 no município, seja pela dificuldade de conseguir denunciar pelos telefones divulgados ou pela ausência de fiscalização mesmo após as denúncias feitas.
Outro fator contraditório é seletividade dos locais fiscalizados, além dos bares várias igrejas vem desrespeitando as medidas adotadas pelo município e promovendo aglomerações, na maioria das vezes o número de pessoas aglomeradas nas porta dos templos religiosos tem chamado atenção. São idosos, crianças e até grávidas nas portas das igrejas com demonstrações de afetos e contatos físicos como abraços e apertos de mãos, além da não utilização de máscaras por partes de fiéis.
Um exemplo, é uma igreja evangélica localizada na rua 10, esquina com a Rua novo Norte no setor Itapuã, nos finais dos cultos religiosos os fiéis permanecem aglomerados em frente ao templo em uma verdadeira confraternização e troca de afetos, colocando em risco a saúde dos mesmos e consequentemente dos demais araguainenses.
A fiscalização municipal não podem serem seletivas, onde os bares são fechados e punidos e as igrejas permanecem intocáveis. Faz-se necessário seriedade e compromisso dos órgãos fiscalizadores para que cenas de aglomerações nas portas das igrejas não se repitam diariamente no município. As igrejas e templos religiosos não estão acima da lei e os fiéis não são auto-imunes e podem sim contribuí de forma negativa com o aumento de casos e de contágios do vírus mortal do Covid19.

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