Colinas do Tocantins é hoje um município administrado por um gestor que já deveria ter sido afastado, seja pela Câmara Municipal de vereadores ou pelo Ministério Público.
São inúmeras as irregularidades e atos de improbidade administrativa, conhecidos pelo legislativo e com documentos nas mãos do Presidente da Casa de Lei, porém engavetados.
Podemos citar a venda do quiosque da praça 7 de setembro, um patrimônio que foi tombado. O tombamento é a primeira ação a ser tomada para a preservação dos bens culturais, pois legalmente impede a sua destruição. Mesmo não havendo impedimento da venda, seria necessário que a decisão passasse pela Câmara Municipal de vereadores, o que não aconteceu.
Outro exemplo de irregularidades e improbidade administrativa é a compra de um terreno para a construção de moradia popular, conhecido popularmente como Vila Kasarin.
O município desapropriou uma área ao lado de uma chácara do prefeito Kasarin. De acordo com informações, a prefeitura já desembolsou cerca de R$ 500 mil de um valor a ser pago superior a R$ 1 milhão. O caso foi parar no Ministério Público e há ainda a suspeita de favorecimento, quando o gestor se utiliza do cargo para se beneficiar. Ao comprar o terreno e com a futura obra habitacional, Kasarin estaria valorizando o próprio terreno.
A pergunta é: o que acontece com o Presidente Leandro Coutinho, que sentou em cima da realidade e agiu como cúmplice do atual gestor? O legislativo do município está acovardado e ajoelhado aos pés do executivo, com vereadores que agem como fantoches da Arara Azul.

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