O na íntegra - Jornalismo Coragem

Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
Capital da Fé
Capital da Fé

Política

Caso Eduardo Leite, expõe o "acolhimento" seletivo dos lgbtqi

Ao sair do armário em rede nacional, Eduardo Leite expôs uma problemática, trouxe a publico a existência do "Acolhimento seletivo".

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
Caso Eduardo Leite, expõe o
internet
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite em uma ato de coragem assumiu-se gay em um programa de televisão, na maior emissora na tv aberta brasileira. Se ao sair do armário o Governador tenta atrair votos em uma futura disputa presidencial em 2022 é um debate que podemos ter no devido momento, o importante agora é o significado e a importância desse ato de bravura e coragem para a luta pela tolerância e respeito as diversidades, por mais que alguns não concordam.

 Alguns gays, utilizando-se da mesma estrategia das milicias digitais e do tal gabinete do ódio, direcionaram suas metralhadoras de ataques, ofensas e ódio em direção ao governador e dispararam sem dó. Boa parte dessa turma motivados pelo ex-deputado federal Jean Wyllys (PT). Após filiar-se ao PSOL em 2009, o ex-BBB foi eleito deputado federal pela primeira vez nas eleições de 2010 com a menor quantidade de votos pelo Rio de Janeiro, 13.018 (0,16%) votos válidos. Ele conseguiu a vaga graças ao desempenho de outro candidato a deputado federal do seu partido, Chico Alencar, que conquistou 240.724 (3%) dos votos na eleição. Nas eleições de 2014, em uma situação inversa, e sempre com o discurso de defender as bandeiras e causas da comunidade LGBTQIA+ Wyllys foi reeleito como o sétimo mais votado entre os deputados federais eleitos do Rio de Janeiro, com 144.770 (1,90%) dos votos válidos. Foi reeleito para o terceiro mandato em 2018 com 24 295 votos, mas Jean Wyllys não cumpriu seu compromisso de campanha de representar e lutar pela classe LGBTQIA+, acovardou-se e decidiu, após receber supostas ameaças de morte, não tomar posse, sendo a vaga assumida por David Miranda.

Na hora em que o extremismo e um governo assumidamente homofóbico tomou as rédeas da nação, mas do que nunca fazia-se necessário representantes da comunidade gay eleitos pelo povo encabeçando a luta e combate ao preconceito e a homofobia. Wyllys fez justamente o contrario, enfio o rabo entre as pernas, assim como um cão covarde e foi embora do País, traindo aqueles que confiaram e lhe elegerão com o proposito de sentirem-se representados. Assim sendo, Jean Wyllys não tem moral de atacar Eduardo Leite.

Publicidade

Leia Também:

Ao sair do armário em rede nacional, Eduardo Leite expôs uma problemática, trouxe a publico a existência do "Acolhimento seletivo". Nos últimos tempos, palavras como empatia, amor ao aproximo, tolerância foram substituídas pela palavra "Acolhimento", que significa ato ou efeito de acolher; acolhida. Essa palavra virou febre na boca dos brasileiros, nas redes sociais e no dia a dia, graças a popularização que ganhou no reality show global Big Brother Brasil. Reality esse que também arrancou a mascara de vários oportunistas que se intitulavam militantes, e expôs também o quanto cruel e ofensivo pode ser a militância "seletiva".

Essa mesma "militância seletiva" ficou escancarada nas redes sociais após a declaração do governador Eduardo Leite, teve covardes como Jean Wyllys que correu para redes sociais, na segurança que residir no exterior lhe proporciona, para atacar a declaração de Leite. O principal argumento de Wyllys e de um grupo de "petistas radicais" é que Leite apoiou a eleição de Bolsonaro, mesmo sabendo que tratava-se de um individuo homofóbico, mas ser gay e apoiador de Bolsonaro não foi uma exclusividade do governador, foi a decisão de 29% dos gays brasileiros.

O que podemos observar nisso tudo, é que palavras como "empatia", "tolerância", "acolhimento" só são  utilizadas em favor daqueles que pensam iguais e não se atrevem a pensar diferente da cartilha dos lgbtqia+ da esquerda radical. A bandeira lgbtqia+ não pertence a nenhum partido politico. Essa bandeira não exclusividade do PT ou da esquerda radical, essa luta é de todos e de todas. Não vi, esse gays irem para as redes atacarem os pais, mães, irmãos e familiares que apoiaram Bolsonaro, deixem de hipocrisia, olhem para dentro de casa, converse com seus familiares que dizem que te ama e votaram em um Presidente assumidamente homofóbico. Quando conseguirem dialogar e entender ou não por que os seus familiares votaram em alguém que deseja sua morte e daqueles que são como você, aí sim, você terá moral para atacar alguém. Primeiro olhamos para dentro da nossa casa e depois pra dentro da do vizinho.

Como ser pensante e racional e exercendo o meu direito de manifestar e expressar minha opinião, fica aqui o meu apoio e solidariedade ao governador Eduardo Leite, e seja bem vindo a luta que é de todos nós. 

Comentários:

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!