O ressurgimento do zumbi político, César Halum, não passa despercebido, agora oferecendo seu apoio a Wagner Rodrigues na coroação de sua reeleição em Araguaína.
A que se resume o poder de Halum nesse jogo político? A um vazio absoluto. Um político sem cargo é como o primo distante de um vira-lata. E mais, além de sua irrelevância política, César é simplesmente um mercenário político.
E não é mera fofoca, pois Halum já foi pego em 2016 confessando ser um mercenário político em um áudio vazado, admitindo ter se vendido para apoiar um candidato naquela eleição e até incentivando outros à mesma prática. César personifica a expressão "dinheiro na mão, calcinha no chão".
A questão que persiste: César Halum se vendeu novamente para abraçar o projeto de Wagner Rodrigues. Quanto foi o preço para esse mercenário político de quinta categoria "baixar as calças" desta vez?

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