A união de Kátia Abreu e Wanderlei Barbosa parece um caminho sem volta, e Kátia Abreu é dada como nome certo na vaga de candidata ao Senado na marjoritaria encabeçada pelo atual Governador, que buscará a reeleição.
Mas nem tudo sao flores, Kátia Abreu enfrenta rejeição dentro do próprio grupo Governista. Os deputados estaduais do grupo de Wanderlei rejeitam o nome da Senadora.
Os deputados não engolem que Kátia Abreu e Irajá não aceitem no PSD, deputados com mandatos, e já declararam que caso Kátia insista com este posicionamento, irão apoiar a deputada professora Dorinha na disputa pela vaga ao Senado.
A grande verdade é que a Senadora é uma pessoa de gênio forte, enfrenta uma grande rejeição dos tocantinenses e agora até mesmo dos deputados do grupo governista.
De acordo com dois deputados que não querem seus nomes citados , alguns trabalham na tentativa de atrair a pré-candidata ao Senado, Professora Dorinha, para o grupo de Wanderlei. Missão praticamente impossível ja que a senadora Kátia Abreu-PP, e o seu filho Senador Irajá-PSD, juntos formam um grupo de grandes lideranças políticas e prefeitos filiados nas siglas partidárias do qual são Presidentes dos diretórios estaduais.
Com a janela partidária aberta no dia 3, os dois partidos estão tem atraido lideranças nos quatro cantos do Estado. De Augustinópolis, o PSD recebeu o ex-prefeito José Anacleto e o médico Dr. Paulo; de Araguaína, o delegado Rérisson Macedo e o ex-candidato a prefeito em 2020 e médico Hugo Mendes; de Guaraí, o ex-prefeito Genésio Ferneda; o ex-secretário de Esportes Ricardo Abalém, de Palmas, o ex-vereador Eduardo Fortes, de Gurupi.
No Progressistas, Kátia também segue filiando Importantes líderes tocantinenses. A começar pelo deputado federal Vicentinho Júnior e seu pai, o ex-senador Vicentinho Alves. Com eles chegaram na sigla mais cinco prefeitos: Max Barbosa, de Araguanã; Alessandro Borges, de Muricilândia; Joctã Reis, de Colmeia; Thiago Tapajós, de Pindorama; e Rennam Cerqueira, de Porto Alegre, também chegou ao partido o cientista político Gylwander Peres, de Pedro Afonso.
Gostem os deputados ou não, Kátia Abreu e o filho tornam-se peças fundamentais na campanha a reeleição de Wanderlei Barbosa.
Se por um lado Kátia traz com ela uma enorme rejeição, natural de quem está a dezesseis anos no Senado, traz também um exército de lideranças políticas e soldados de peso, isso sem falar nos bastidores da queda do Mauro Carlesse, cenário no qual ela foi preponderante. “Falem bem ou mal, mas falei de mim” ditado que bem define a poderosa senadora.

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