A senadora Dorinha Seabra (União Brasil) escancarou de vez de que lado está: do lado do autoritarismo, da sabotagem institucional e da tentativa desesperada de blindar Jair Bolsonaro de prestar contas à Justiça. Seu apoio vergonhoso ao pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes é um ataque direto à democracia e um tapa na cara do povo tocantinense.
Não se trata de um simples posicionamento político, é uma aliança com o caos. É uma tentativa clara de desmoralizar o Supremo Tribunal Federal e desestabilizar a harmonia entre os poderes, tudo para satisfazer os interesses de um ex-presidente que coleciona investigações e escândalos. Dorinha, que se apresenta como "educadora", mostra agora que está disposta a ensinar o pior exemplo possível: o da submissão aos interesses mais sujos da política brasileira.
Se Dorinha tem coragem de agir assim no Senado, imagine com a caneta do Governo do Tocantins na mão? É esse o futuro que queremos para o Estado? Uma governadora que desrespeita a Constituição, ataca a independência do Judiciário e se curva ao bolsonarismo mais radical?
A possível eleição de Dorinha não é apenas preocupante, é um perigo real. Seu apoio ao impeachment de Moraes é um flerte descarado com o golpismo. E quem flerta com golpe não merece um voto sequer.
Tocantinense, abra os olhos: Dorinha não está do seu lado. Ela está do lado de quem quer calar juízes, intimidar instituições e transformar o Brasil em terra sem lei. Nas urnas, diga não a esse absurdo. Diga não a Dorinha.

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