Faltando menos de um mês para a realização das convenções partidárias, como determina a legislação eleitoral. Quase todas as siglas apresentaram seus pré-candidatos para a disputa deste ano. Em Tocantins, são inúmeros pré-candidatos a deputado estadual, federal, senador e governador.
Entre os nomes já consagrados na política, há alguns novos e até pouco conhecidos no cenário político tocantinense. Características que podem ser decisivas para a vitória no pleito. Ou não, isso porque, enquanto muitos eleitores defendem a renovação dos nomes que são postos no jogo eleitoral, outros preferem continuar votando em quem já conhecem, mesmo que os já conhecidos e experimentados, tenha um currículo de escândalos e envolvimento com corrupção, extenso.
O Tocantins atravessa uma crise ética sem precedentes e isso faz com que seja necessário que o tocantinense reflitam sobre o poder do voto. Precisamos de eleitores mais críticos e dispostos a algo que faça com que mudemos a realidade que passamos hoje no Tocantins e no Brasil.
Faz-se necessário rompemos com alguns nomes já bastante conhecidos na política tocantinense e que sempre atuaram preocupados apenas consigo mesmo e em prol de beneficiar um grupo pessoal de cabos eleitorais e apoiadores.
Na hora de votar buscando uma renovação, faz-se necessário atenção e discernimento do eleitor na hora de decidir, porque, não se trata apenas de escolher entre o velho e o novo, o experiente e o estreante.
A questão não é apenas experiência, deve se pensar na experiência e no desempenho dos políticos que já tiveram mandatos. Não é simplesmente votar por ser novo e não votar por ser velho. Isso esconde armadilhas. É possível encontrar bons políticos que já estão na Assembleia ou no Congresso, por exemplo. Por outro lado também é possível concluir quem tem ou não compromisso com o povo e com o Estado.
Se o que busca a reeleição tem uma trajetória política de apoio e defesa de políticos corruptos ou sempre aparece nos noticiários por suspeitas de corrupção, diga não.
É importante também, refletir em relação aos novos nomes, quem esses novatos apoiam. Se estão alinhados aos velhos nomes de políticos corruptos, acusado de desvio de dinheiro público, de chefiar organização criminosa ou com passagem pela prisão por crimes contra os cofres públicos, esses também não merecem a confiança do eleitor. Se apoia um corrupto não tem compromisso com a moralidade e com o respeito à coisa pública.
Precisamos renovar, mas é fundamental renovar com responsabilidade e segurança.

Comentários: