O Ministério Público do Tocantins (MPTO) deu um chega para lá na Prefeitura de Babaçulândia com uma liminar chocante que botou um freio no pregão (06/2024) para contratar uma empresa de combustíveis no valor exorbitante de R$ 4.305.327,63. A decisão da 1ª Escrivania Cível de Filadélfia mandou parar tudo após o procedimento, desde concessões até homologações, contratações e até mesmo os pagamentos indecentes para a empresa sortuda do processo licitatório.
O que vemos aqui é um show de horrores na gestão pública de Babaculândia, onde o dinheiro público é tratado com tanto desdém que chega a ser revoltingante. Licitações fraudulentas, gastos absurdos e corrupção desenfreada - tudo isso sob a batuta de um gestor que parece mais um palhaço irresponsável e incompetente do que um líder de verdade.
A decisão judicial veio como um tapa na cara, baseada em uma ação de improbidade administrativa movida pelo promotor Pedro Jainer Passos, que apontou irregularidades no pregão realizado no fatídico dia 9 de fevereiro de 2024.
Mesmo com a promotoria mandando um recadinho para a prefeitura suspender o pregão até clarear as coisas, a gestão fez foi ignorar a recomendação, deixando bem claro que a corrupção e a falta de vergonha na cara estão mais do que enraizadas por lá.
Há até indícios de que a tal sessão da licitação foi feita às escondidas, como se fosse um segredo sujo, desrespeitando a Lei nº 14.133 e escondendo o horário do certame no edital. E por que raios fazer o pregão presencial, e não eletrônico, hein? Tudo cheira mal nessa novela da corrupção.
Já está mais do que na hora de colocar a lupa na gestão do prefeito Franciel de Brito e fazer uma auditoria que faça tremer os alicerces da prefeitura. E que tal os vereadores saírem da toca e cumprirem o papel que lhes cabe? Mas parece que esses ratos do legislativo local preferem fechar os olhos para a corrupção, talvez em troca de umas migalhas de queijo mofado.

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