A principal função do jornalista é informar. É papel do jornalismo apurar, investigar e denunciar, mas o jornalismo como ferramenta de denuncias está cada vez mais escaço e não é diferente no Tocantins. É lamentável que boa parte da imprensa tocantinense prefira assumi o papel de publicitário e esteja mais preocupada em agradar os políticos que de fato informar a população e denunciar os abusos do poder público e seus representantes.
Nos últimos dias o portal "O na íntegra" começou um série de denuncias que mostram de forma escancarada a farra com o dinheiro público com pagamentos de Cotas parlamentares ao deputados estaduais tocantinenses pela Assembleia legislativa do Estado. Noticiamos que Em 2018, Olyntho Neto pode ter pago material de campanha com dinheiro da Assembleia Legislativa, noticiamos também que, Deputado Jair Farias gastou de dinheiro publico com aluguel de carro o valor de comprar 05 Chevrolet Onix ano 2022.
Enquanto isso a imprensa tocantinense fingi-se de cega, surda e muda. Como se nada estivesse acontecendo o jornalismo tocantinense ignora uma verdadeira farra com dinheiro público utilizando a cota parlamentar, com indícios claro de corrupção. Não é possível apurar ao certo os motivos pelo qual o jornalismo do Estado ignora os fatos e não questiona os atos, mais é possível ver no portal de transparência os valores pagos também com a cota parlamentar aos principais veículos de comunicação. Seria esse o motivo da cegueira voluntaria?
É lamentável que o jornalismo local do Estado, ignore que os gastos de alguns parlamentares com a Cota Parlamentar seja até mesmo mais alta que os gastos de deputados estaduais da Capital do Estado do Goiás, nosso vizinho, mesmo sendo Goiânia uma das maiores capitais do País.

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