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Quarta-feira, 13 de Maio de 2026
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O Evangelho Segundo a Hipocrisia: Madureira, Velozo e Amarildo Traem como Judas e Oram como Fariseus

Perseguiram familiares, humilharam amigos, tentaram queimar reputações como hereges na fogueira da conveniência política.

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
O Evangelho Segundo a Hipocrisia: Madureira, Velozo e Amarildo Traem como Judas e Oram como Fariseus
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O que é, afinal, um "homem de Deus"?
O que representa hoje a Assembleia de Deus Madureira?
E, mais importante: quem se julgam ser Carlos Velozo e Amarildo?

Este artigo não é sobre a fé, é sobre a farsa. Não é sobre religião, é sobre oportunismo travestido de santidade.

Quem acompanha este colunista sabe: minhas opiniões sobre religião são públicas, mas não estão em julgamento aqui. Quem está em julgamento são os senhores que vestem paletós de púlpito enquanto agem como operadores políticos de bastidores, os tais “pastores” Carlos Velozo e Amarildo, bajulados como se fossem profetas, mas que agem como traidores.

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Não foi preciso mais que algumas horas para desvendar a dobradinha nojenta: o prefeito afastado Eduardo Siqueira dava holofotes e púlpito ao seu vice em TODAS as solenidades. Era palavra de oração, era nome na placa, era um tapete estendido até o altar do poder.

Mas bastou o afastamento, questionável, diga-se, para o espírito cristão evaporar. Nenhuma compaixão. Nenhuma lealdade. Nem mesmo um infarto agudo e uma angioplastia no prefeito foram capazes de despertar misericórdia nos “homens de Deus”. Ao contrário: iniciaram uma cruzada pessoal, uma espécie de "santa inquisição" local.

Perseguiram familiares, humilharam amigos, tentaram queimar reputações como hereges na fogueira da conveniência política.

Que Bíblia é essa que eles leem? Em Lucas 6:46 está escrito: “Por que vocês me chamam Senhor, Senhor, e não fazem o que eu digo?”. Pois eu pergunto: com que cara vocês leem essa passagem e ainda têm coragem de subir num púlpito?

A verdade nua e crua? Jesus foi vendido por 30 moedas. Em Palmas, o valor parece menor, talvez uma oportunidade política, talvez uma vaga de poder. Mas a traição, essa, continua a mesma.

E aos evangélicos desta cidade, deixo um conselho direto: fujam de líderes que citam Jesus com a boca e traem com as mãos. A Igreja deveria ser abrigo — não palanque.

O que Velozo e Amarildo praticam não é evangelho. É oportunismo e vaidade com uma capa de fé.

E o nome disso é blasfêmia.

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