Na guerra contra o maldito vírus do Covid19, a prefeitura de Araguaína estabeleceu através de decretos algumas medidas de restrições no horário do comércio, obrigatoriedade de uso de máscaras em locais públicos, entre outras. A grande controvérsia está na fiscalização realizada por parte do município, rígidas com determinadas classes e comerciantes e omissa e seletiva com outros.
Como exemplo podemos utilizar as denúncias de venda de bebidas alcoólicas em estabelecimentos como o "Baroli" de propriedade do vereador Ygor Cortez, da base do atual prefeito Wagner Rodrigues, que mesmo diante de inúmeras denúncia nunca foi fechado ou multado pela equipe de fiscalização. Outra situação que chama atenção é a omissão em relação a Câmara Municipal de vereadores de Araguaína, na semana anterior os fiscais chegaram a visitar a Câmara após denúncias que alguns dos vereadores não estavam utilizando a máscara de proteção nas sessões e assim desrespeitando o 1decreto municipal que estabelece como obrigatório o uso de máscaras de proteção em local público, mesmo ao chegar ao local e flagrar parlamentares sem utilizar a máscaras nada fizeram e nenhuma medida foi adotada, enquanto alguns vereadores permaneciam sem máscaras mesmo com a presença dos fiscais no local.
Ainda na semana anterior à nossa equipe de reportagem procurou a assessoria de comunicação da Prefeitura em busca de respostas para estes questionamentos e até o momento nenhuma resposta foi dada pela assessoria de comunicação.
Diante desta realidade faz-se necessário que o Ministério Público investigue a omissão e seletividade da fiscalização municipal é inaceitável que do caos em que estamos vivendo os órgãos responsáveis pela fiscalização adote uma postura de favorecimento em determinados casos de desrespeitos aos decretos.

Comentários: