A pesquisa contratada pela Federação da Agricultura do Estado do Tocantins (Faet), realizada pelo Instituto Methodusem que ele aparecia em 2º lugar na corrida ao Palácio Araguaia, precisa ser investigada urgentemente.
É visível a falcatrua, o Instituto Methodus apresentou um resultado na contramão de todas as pesquisas realizadas por Institutos sérios em que apontavam a vantagem de Wanderlei sobre os demais candidatos, entre eles Irajá em quarto lugar.
Além dos números, outro fator levanta a suspeita, ou quase certeza, que a pesquisa foi realizada para agradar seus contratantes. A Federação da Agricultura do Estado do Tocantins (Faet), tem um longo vínculo com a família Abreu.
A mãe de Irajá, Kátia Abreu foi presidente da Federação da Agricultura do Estado do Tocantins, cargo que exerceu por quatro mandatos consecutivos entre 1995 e 2005.
É de causar estranhamento e levar suspeitas, que a única pesquisa eleitoral que colocava o candidato Irajá em segundo turno e também favorecia Kátia Abreu, era exatamente a contratada pela Federação no qual os Abreus têm total influência.

É preciso seriedade e urgência por parte da Justiça eleitoral para que o Instituto, a Federação contratante e os Abreus sejam investigados em relação a possível compra de pesquisas.

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