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Terça-feira, 01 de Setembro de 2026
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Prefeito de Nova Olinda aprova contrato milionário para construção de quebra-molas: o novo marco da extravagância

Um engenheiro civil ouvido por nossa reportagem, entre risos de incredulidade, declarou: "Esse valor é tão surreal que até mesmo as leis da física teriam dificuldade em sustentá-lo".

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
Prefeito de Nova Olinda aprova contrato milionário para construção de quebra-molas: o novo marco da extravagância
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Em um espetáculo de desfaçatez, o atual prefeito de Nova Olinda, Jesus Evaristo, decidiu brindar os cidadãos com um contrato de mais de meio milhão de reais para a construção de quebra-molas. Afinal, quem precisa de escolas, hospitais ou infraestrutura básica quando se pode ter quebra-molas luxuosos?

Não é preciso ser um expert em engenharia civil para perceber que esse valor está mais inflado do que um balão em festa infantil. Afinal, a gestão está disposta a esbanjar a absurda quantia de R$ 580,833,01 para a realização de uma obra que, para a dimensão da cidade, deveria custar uma fração desse valor.

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A escolha da empresa beneficiada, a venerável Construtora Konkre Ltda., é um testemunho da criteriosa seleção de empreiteiras. Afinal, por que escolher uma empresa com histórico comprovado e preço justo quando se pode optar por uma proposta que grita "superfaturamento" a plenos pulmões?

Um engenheiro civil ouvido por nossa reportagem, entre risos de incredulidade, declarou: "Esse valor é tão surreal que até mesmo as leis da física teriam dificuldade em sustentá-lo. Nem mesmo com ouro maciço se justificaria tal gasto para a construção de quebra-molas em uma localidade do porte de Nova Olinda."

A comunidade, indignada, clama por uma pronta e incisiva atuação do Ministério Público do Tocantins. Afinal, não há tempo a perder quando se trata de investigar e punir tamanha afronta ao bom senso e ao erário público. Será que os quebra-molas serão feitos de ouro? E se forem, será que pelo menos serão resistentes o suficiente para justificar tal extravagância?

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