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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026
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Réus por corrupção em busca de uma cadeira no Senado

No Tocantins temos inúmeros réus por corrupção disputando um cargo político.

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
Réus por corrupção em busca de uma cadeira no Senado
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É papel moral do eleitor, dizer não àqueles que roubam ou são suspeitos ou réus de saquearem os cofres públicos. É imoral o político corrupto e o eleitor que vota em corruptos.

No Tocantins temos inúmeros réus por corrupção disputando um cargo político, temos inclusive, dois réus por corrupção buscando uma cadeira no Senado Federal.

Carlos Amastha 

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O juiz da 1ª Vara Criminal de Palmas, Clédson José Dias Nunes, recebeu denúncia oferecida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) contra o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), e ex-membros da sua gestão na capital pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e associação criminosa, em razão do suposto recebimento de vantagens ilícitas em um empreendimento imobiliário. A decisão foi publicada no dia 27 de Julho deste ano.

Além do ex-prefeito, que é presidente estadual do PSB e pré-candidato a deputado federal, a Justiça também tornou réus o advogado e juiz aposentado Sândalo Bueno do Nascimento, o ex-secretário municipal de Finanças Cláudio de Araújo Schüller, o ex-procurador-geral do município Públio Borges Alves, o ex-secretário Adir Cardoso Gentil, o empresário Diego Augusto de Souza Honório e o advogado e corretor Adenilson Carlos Vidovix. 

Segundo a denúncia do MPTO, entre dezembro de 2014 e até ao menos novembro de 2016, os réus associaram-se visando cometerem crimes e o enriquecimento ilícito através de uma grande intervenção urbanística na Região Sul, beira lago, de Palmas.

Conforme o MPTO, Diego e Adenilson ofereceram e prometeram vantagens indevidas consistentes em porcentagens de áreas dos imóveis de matrícula nº 22.099 e matrícula nº 20.338, aos então agentes públicos Carlos Amastha, Públio Borges, Adir Gentil e Cláudio Schuller, a fim de determina-los a promover o ordenamento territorial por intervenções urbanísticas, e, também, reduzir  valores de IPTU dos imóveis acima referidos, para que a área fosse loteada.

Segundo a denúncia, os funcionários públicos aceitaram as promessas de vantagens indevidas. Eles teriam solicitado entre 4% e 12% da área do imóvel sob matrícula nº 22.099.

O empreendimento consistiria na urbanização de duas grandes glebas na região Sul, na beira do lago, uma área com 806 hectares e outra com 432 hectares – projeto chamado de “Nova Dubai” nas palavras do ex-prefeito, segundo narra do Ministério Público.

Segundo o MPTO, para pressionar os proprietários das áreas a concordarem com o esquema, o prefeito editou um decreto de desapropriação por utilidade pública e promoveu a cobrança de valores milionários em IPTU.

Mauro Carlesse 

O juiz da 3.ª Vara Criminal de Palmas Rafael Gonçalves de Paula tornou-se nesta sexta-feira, 2 de agosto, o ex-governador do Tocantins Mauro Carlesse (Agir), o ex-secretário estadual de Estado de Parcerias e Investimentos Claudinei Aparecido Quarentena do político, filha Dayana Alves Kiruk, mais 12. Carlesse Alves Kiruk, Ministério Público de 12.

A base da denúncia é a Operação Hygea , da Polícia Federal, deflagrada em outubro do ano passado para apurar de propina de empresário da cobrança de saúde, em conjunto com a Éris , sobre o aparelhamento da Polícia Civil do Tocantins. As autoridades estaduais levaram o Superior Tribunal de Justiça (STJ) a fast-lo do governador e a Assembleia Legislativa a abrir um processo de impeachment, arquivado após a renúncia do ex-governo11 de março deste ano.

Esta é a segunda ação contra o ex-governador pelos fatos investigados nas duas operações. A primeira, ainda não recebida pela Justiça Estadual, após a remessa do STJ em ano, imputa ao abril do ex-governador, ex-secretários, à antiga cúpula da Secretaria da Segurança Pública e da Polícia Civil o uso do aparato da pasta para impedir investigação contra membros do governo.

Nesta denúncia, os promotores do Grupo Atuação Especial de Combate (Garota de lavagem de combate e organização criminosa) acusam o Grupo de Lavagem de Atuação Especial por 14 vezes de lavagem. O sobrinho, por organização criminosa, passiva majorada por 1 vezes e lavagem de dinheiro15.

De acordo com a denúncia, como benefícios unânimes – propinas – era solicitados e recebimentos de hospitais e empresas de saúde dos servidores do Tocantins que tinham convênio com o Plano de Assistência à Saúde dos Servidores do Tocantins (Plansaúde) que tinham mais R$ 5661 a receber do governo por e entre 2018.

Segundo a denúncia, as operadoras financeiras forneciam notas falsas de venda de material aos hospitais, que pagavam em cheques, mas não recebiam os produtos falsos. Após um percentual do valor da propina ser retido, entre 4% e 10% do valor, os créditos do governo foram liberados e pagos para os hospitais e as notas fiscais canceladas. A soma das transações nesse modo citados na denúncia denuncia propinas de R$ 5milhões.

Parte da propina, segundo a denúncia, era depositada em contas bancárias ligadas ao regulador e aliados em espécies e fracionada. A filha de Carlesse teria servidor como “verdadeira laranja ou testa-de-ferro” ao movimentar valores em contas bancárias que eram fruto dos atos de contas bancárias, de acordo com a denúncia.

O sobrinho também usou uma conta bancária em nome de laranjas. Uma das contas era um trabalhador braçal haitiana por onde a denúncia de origem movimento de R$ 30 mil provenientes das vantagens sustentáveis.

Os outros réus são o ex-secretário de Administração, Neyzimar Cabral de Lima; a ex-subsecretária da Fazenda e cunhada de Neyzimar Cabral de Lima, Dilma Caldeira de Moura; o ex-secretário Extraordinário de Ações Estratégicas, Keliton de Sousa Barbosa; o ex-diretor de Gestão do PlanSaúde e ex-secretário executivo de Administração, Ineijaim José Brito Siqueira; o ex-assessor especial do Gabinete do Governador Rodrigo Assumpção Vagas; a ex-secretária particular de Carlse Gabriela Almeida Carvalho e os empresários Benedito Dilson dos Santos Gomes; Gilmar Braz da Rocha; Marco António de Sousa; Diego Augusto de Souza Honório; Rômulo Bueno Marinho Bilac e Ramos Farias e Silva Filho.

Assim se criam monstros

O caso é emblemático da arrogância de grande parte da classe política do Brasil. Aqui muitos não entram para a política com a intenção de melhorar algo para a população, fazer algo pela educação, justiça, proteção ambiental, segurança e saúde dos brasileiros, mas para usufruir pessoalmente dos privilégios que o disfuncional sistema político do país garante.

Por isso acho que muitos dos eleitores se identificam com eles. Também gostariam de enriquecer à custa da coletividade e de burlar a Justiça.

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