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Sexta-feira, 17 de Julho de 2026
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Ex-professora e ex-servidora confirmam relatos de assédios sexuais no Colégio Guilherme Dourado em Araguaína.

Aumentam relatos de assédios sexuais dentro de colégio estadual em Araguaína.

Stoff Vieira Costa
Por Stoff Vieira Costa
Ex-professora e ex-servidora confirmam relatos de assédios sexuais no Colégio Guilherme Dourado em Araguaína.
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Após a reportagem Alunos do Colégio Guilherme Dourado em Araguaína denunciam professor por assédio, publicada pelo portal O na integra, nossa equipe de reportagem foi procurada por ex-servidores e ex-professores que confirmam supostas denuncias de assédios sexuais dentro de Colégio Estadual Guilherme Dourado em Araguaína-TO.

Em conversa com nossa reportagem uma ex-servidora do Colégio, com exigência de anonimato, revelou que os rumores e casos de assédios na unidade de ensino é uma realidade presente no dia a dia dos alunos e dentro da dependências da escola. A fonte ouvida pelo O na integra, revelou que durante o período em que trabalhou na escola testemunhou por diversas vezes professores com atitudes desrespeitosas e de assédio contra alunas e alunos.

"trabalhei no colégio guilherme dourado e sempre via cenas e e muita coisa errada dentro da escola. Não é apenas um caso, um professor, existe uma omissão e uma tentativa de abafar os casos por parte da direção da escola. Outros casos já aconteceram, outras denunciais já foram feitas por alunos a direção da escola e nenhuma medida foi adotada", afirmou a ex-servidora. 

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O na integra conversou também com uma ex-professora do Colégio Guilherme Dourado que com medo de represálias pediu que seu nome fosse mantido em sigilo. A educadora afirma que durante o período que lecionou na escola, sempre existiu os rumores, denuncias e omissão por parte da direção da escola.

"A bomba demorou a estourar. Os relatos de casos de assédio sexual sempre ocorreram dentro do Colégio, alguns foram abafados e nunca apurados. Existe uma tentativa de abafar os casos, de sugerir que são mal entendidos, intriga de alunos e etc. A direção da escola é conivente com os casos relatos e os alunos e alunas ficam desamparados e sofrem uma tentativa de serem desacreditados por parte da direção da escola", afirmou a professora.

Nossa equipe de reportagem procurou a direção do Colégio, mas fomos informados que o diretor encontrava-se em uma reunião na Delegacia Regional de Ensino e não poderia falar sobre o assunto no momento. Também procuramos ouvir a Regional de ensino de Araguaína, mas fomos informados que não poderiam se manifestar sem autorização da Secretária Estadual de Educação.

Entramos em contato com a Secretaria Estadual de educação e até o fechamento desta matéria não obtivemos respostas. 

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