Operação Nero, deflagrada nesta manhã, ocorreu simultaneamente em Rondônia, São Paulo, Tocantins, no Ceará, Mato Grosso, Pará e no RJ.
A polícia federal fechou o cerco contra bolsonaristas extremistas que atentam contra a democracia.
Em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (29/12) das polícias Federal (PF) e Civil do Distrito Federal (PCDF), representantes das duas instituições informaram que identificaram 40 envolvidos na tentativa de invasão ao edifício-sede da PF, em 12 de dezembro. Quatro foram presos nas primeiras horas desta quinta.
Os investigados também teriam praticado outros atos criminosos na mesma data, em Brasília, como a depredação do prédio da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), além de incendiarem veículos particulares e ônibus.
A força-tarefa, batizada de Operação Nero, começou nas primeiras horas desta quinta-feira (29/12), para prender extremistas.
As equipes cumpriram 32 mandados judiciais: 21 de busca e apreensão, bem como 11 de prisão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além do DF, a Operação Nero ocorre simultaneamente em Rondônia, São Paulo, Tocantins, no Ceará, Mato Grosso, Pará e no Rio de Janeiro.
Tocantins
De acordo com informações obtidas pelo Na íntegra através de uma fonte em Brasília, bolsonaristas das cidades de Araguaína e Palmas, também estão na mira da Polícia Federal e serão alvos de mandados expedidos pela Justiça. Não foi informado a nossa reportagem se os mandados são de apreensão ou de prisão.

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