Suposto desvio de mais de 6 milhões dos cofres da saúde é motivo suficiente para quebrar de contrato com instituto ISAC e medida precisa ser urgente para tirar a saúde pública das mãos de grupo criminoso.
De acordo com investigação da polícia federal uma quantia de pouco menos de 7 milhões foram desviados da saúde municipal através do ISAC.
O ISAC é responsável pela gestão do Hospital Municipal de Araguaína (HMA), Ambulatório Municipal de Especialidades (AME), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e agora também do Hospital de Campanha.
A lei brasileira permite a licença de licitação para a compra de equipamentos em caso de pandemia e com isso a quadrilha especializada em desviar o dinheiro da saúde pública municipal poderia dar um rombo ainda maior nas verbas públicas.
Se Wagner Rodrigues quer mostrar que é um gestor sério, responsável e preocupado em combater os desvios de recursos públicos só existe um caminho, romper o contrato com a ISAC.
Por outro lado, é compreensivo que em meio à uma pandemia causada pelo Covid19 é quase impossível realizar uma licitação para contrato de uma nova organização e a transição causaria prejuízos no combate e tratamento do Covid no município.
Neste momento o aconselhável é que a Secretaria Municipal de Saúde assuma a responsabilidade e cumpra com o papel de administrar com eficiência a saúde pública municipal e evite o desvio dos recursos públicos da saúde.

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